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Viaduto de Luque inicia montagem de vigas para via elevada de 3,6 km

O MOPC informou em 4 de novembro o início da montagem das primeiras cinco vigas. O marco comprova execução física, mas a via ainda não está aberta nem há economia de tempo de viagem medida.

Imagen principal del artículo de Radar Inversión

Infraestrutura e logística · Publicado em 5 de novembro de 2026. O Ministério de Obras Públicas e Comunicações informou em 4 de novembro o início da montagem das primeiras cinco vigas do viaduto de Luque. A futura via elevada terá 3,6 km, com duas pistas e duas faixas por sentido, conectando as avenidas Ñu Guasu e Silvio Pettirossi à rodovia PY02.

Um novo marco de execução

A instalação utiliza um lançador de vigas de 80 metros, capacidade de içamento de até 120 toneladas e peso próprio de 420 toneladas. Segundo o MOPC, as vigas de concreto protendido têm 35 metros e aproximadamente 50 toneladas cada. As primeiras cinco correspondem ao trecho entre os pilares 48 e 49.

O projeto prevê 537 vigas distribuídas em 116 vãos. Essas quantidades descrevem o escopo planejado: não são componentes já instalados integralmente e não permitem calcular o avanço geral da obra.

Conectividade e operação durante as obras

A intervenção integra a Red Vial Estructurante e é executada por parceria público-privada com Rutas del Este S.A. O ministério afirma que a colocação direta sobre os pilares reduz a necessidade de grandes guindastes na pista inferior. Trata-se de vantagem operacional declarada pelo órgão, não de redução de congestionamento medida pelo Radar.

Os transportes de vigas continuarão nas próximas semanas pela PY02 e conexões para Luque. O MOPC alerta para possíveis interrupções momentâneas e deslocamento lento dos comboios.

Leitura Radar

A mudança verificável é o início da montagem da superestrutura, marco mais concreto que um anúncio de investimento. Operadores logísticos, comerciantes e empresas metropolitanas devem acompanhar restrições temporárias, continuidade das entregas e futuros marcos de abertura.

A melhoria de acesso poderá reduzir custos operacionais quando a via funcionar. O comunicado, porém, não apresenta evidências para quantificar economia de tempo, vendas adicionais ou valorização imobiliária. Os próximos controles são a progressão da montagem e o cronograma de abertura. São mecanismos econômicos possíveis, não benefícios já realizados.

Fonte primária: MOPC, comunicado de 4 de novembro de 2026.

Ilustração conceitual original do Radar Inversión; não representa o viaduto real de Luque.

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